O que ninguém vê

Eu tentei matar a dor
Desejei apenas matá-la
Entre meus suspiros e lágrimas
De vez, enfrentá-la

De repente, vejo sangue
Vejo uma vida adiante
Escorrendo pelas minhas mãos
Num vazio, por um pequeno vão

Nada parece melhor
Parece ainda pior
Atentei contra mim mesma
Num ato desesperador

Mais lágrimas caem
Como gotas que escorrem numa flor
Tudo parece mais confuso
Ainda mais assustador

A dor ficou
E cada marca feita por ela evidenciou
O desespero que ninguém vê
Num sorriso que a todos enganou.

Sophia Oliveira.

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